A tua singulariedade como a "minha", não excedem nos exageros da consciência tradicional, uma procura senão própria
Se "excedo" por vezes as intuições e surgem reflexos na existência da liberdade, esses reflexos não existem em mim como causa própria deste, surgem muito por causa de sermos nós livres como presentes
Esta presença em nós, equivale à paixão de estar preso naquilo que somos nós e o que dizer, quando queremos conhecer o que está preso em nós, por não sermos nós (,) que estamos presos e presentes n'outra coisa qualquer que não sejamos nós
Neste sentido, a prová-lo está na existência de falarmos; não posso provar que estamos ou estávamos, porque não falei ou falo contigo, como mais uma vez está provado que escrevo "para ti " e a não existência em compromissos com nomes "desculpam" todos os terçeiros dias, independentemente da lógica semanal, em encontros com outro nome e por tudo isto te digo, que quero ouvir a tua voz e ver os teus olhos, até lá e no depois, o teu sempre auxiliar de bailarina
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